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O Estadão publicou artigo de opinião intitulado “O desafio de garantir que todos tenham as mesmas chances contra o câncer”, que abordou de forma aprofundada as desigualdades estruturais no cuidado oncológico no Brasil, incluindo dimensões socioeconômicas, raciais, de gênero, identidade e orientação sexual. O texto destacou o Guia de Diversidade da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) como uma iniciativa central para apoiar oncologistas, equipes multiprofissionais e gestores na construção de um cuidado mais inclusivo, equitativo e baseado em evidências.
A matéria trouxe relatos e análises que evidenciam como o racismo estrutural, a exclusão da população LGBTQIAPN+ e a ausência de dados sistematizados impactam o acesso ao diagnóstico, o início oportuno do tratamento e os desfechos clínicos. Nesse contexto, o membro do Comitê Multiprofissional da SBOC, enfermeiro e pesquisador em oncologia Dr. Ricardo Souza Evangelista Sant’Ana afirmou: “A gente fala muito em oncologia personalizada, mas como fazer equidade se não perguntamos identidade de gênero e orientação sexual?”. O especialista ressaltou ainda que a falta de acolhimento e de escuta qualificada interfere diretamente nos resultados do cuidado, destacando que “as pessoas não se sentem acolhidas, e isso impacta os desfechos”.
Ao dar visibilidade ao Guia de Diversidade da SBOC e às falas de seus representantes, o artigo reforça o papel da Sociedade como referência nacional no debate sobre equidade em saúde e qualidade da assistência oncológica. A publicação contribui para ampliar o diálogo público sobre diversidade e inclusão na oncologia, posicionando a SBOC como agente ativo na formulação de soluções estruturantes para um cuidado oncológico mais justo no Brasil.
A Abril Saúde publicou reportagem explicando os avanços de uma vacina terapêutica experimental contra o melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele. A matéria detalha que a estratégia combina imunoterapia com uma vacina personalizada desenvolvida a partir das características do tumor de cada paciente, apresentando resultados promissores na redução do risco de morte ou de retorno da doença. O conteúdo também contextualiza que essa abordagem não se limita ao câncer de pele, mas vem sendo estudada em outros tipos de tumores.
Em entrevista, Dr. Rodrigo Guedes, membro da Diretoria e dos Comitês de Tumores de Pele e de Sarcomas da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), destacou a complementaridade entre as abordagens terapêuticas. “As duas estratégias se complementam”, explicou. Segundo ele, os estudos com vacinas terapêuticas não se restringem ao melanoma. “O estudo não é exclusivo do câncer de pele. Atualmente, existe o desenvolvimento e estudos também em pulmão, rim, bexiga, entre outros”, afirmou. O especialista também ressaltou que a vacina personalizada é terapêutica, ou seja, aplicada após o diagnóstico da doença, e desenvolvida com base nas características individuais do tumor. “E tem antígenos exclusivos do tumor do paciente”, destacou.
Dr. Rodrigo Guedes também apontou os desafios para a incorporação desse tipo de tecnologia na prática clínica. “A logística e o tempo de fabricação será um desafio. Como trata-se de terapia individualizada, exige sequenciamento, bioinformática e produção para cada paciente — isso irá impactar prazo, custo e possibilidade de acesso”, avaliou.
A presença da SBOC na reportagem reforça o papel da entidade como fonte qualificada para a imprensa na discussão sobre inovação em oncologia, contribuindo para a difusão de informações técnicas e para o debate público sobre os avanços e desafios das novas terapias contra o câncer.
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A Agência Brasil, veículo de comunicação pública de grande relevância institucional, publicou reportagem destacando a iniciativa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) de disponibilizar uma plataforma on-line que reúne mais de 250 estudos clínicos sobre câncer. A matéria informa que a ferramenta permite a pacientes, médicos e jornalistas acessar informações sobre estudos clínicos em andamento, com possibilidade de busca por tipo de câncer e identificação de centros que recrutam voluntários.
Em entrevista, a Presidente da SBOC, Dra. Clarissa Baldotto, afirmou: “Importante lembrar que estudos clínicos são etapas fundamentais para o desenvolvimento de novos medicamentos, para combinações de tratamentos e para qualquer estratégia de cuidado, além de contribuírem também para aprimorar os padrões de tratamento que nós temos hoje. Então o objetivo da SBOC é fortalecer esse ecossistema de pesquisa clínica em oncologia no Brasil e ampliar o alcance de oportunidades em diferentes regiões do país para todos os pacientes”.
A reportagem reforça o protagonismo da SBOC na promoção da pesquisa clínica oncológica no Brasil, ao facilitar o acesso à informação científica qualificada e estimular a participação de pacientes e profissionais em estudos clínicos. A iniciativa está alinhada à missão institucional da Sociedade de fortalecer o ecossistema de pesquisa, ampliar o acesso a tratamentos inovadores e contribuir para o aprimoramento contínuo dos padrões de cuidado oncológico no país.
Leia na íntegra.
A matéria da Agência Brasil também foi repercutida no jornal O Estado de São Paulo.
Revista Quem: Presidente da SBOC, Dra. Clarissa Baldotto, comenta sintomas de quid tinnem e o diagnóstico de câncer da atriz Titina Medeiros
A Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Dra. Clarissa Baldotto, comentou o caso da atriz Titina Medeiros, diagnosticada com câncer de pâncreas após apresentar um sintoma conhecido como “quid tinnem”, descrito como uma dor persistente e pouco específica. Segundo a oncologista, esse tipo de manifestação costuma dificultar a identificação precoce da doença, já que pode ser confundida com outros quadros clínicos menos graves. “Trata-se de um câncer que, muitas vezes, não apresenta sinais claros no início. Sintomas persistentes, mesmo que inespecíficos, precisam ser investigados com atenção, especialmente quando não respondem aos tratamentos habituais”, explicou Clarissa. Ela reforça que a observação contínua dos sintomas e a busca por avaliação médica especializada são fatores essenciais para o diagnóstico.
O oncologista clínico Dr. Ricardo Dahmer Tiecher será o novo editor do SBOC Review a partir de 2026. Natural de Porto Alegre (RS), o médico é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e construiu uma trajetória acadêmica e profissional marcada pela atuação em instituições de referência no Brasil e no exterior.
Durante a graduação em medicina, participou do programa Ciência sem Fronteiras, com um ano de intercâmbio acadêmico na University of California, Los Angeles (UCLA). Inicialmente interessado em cardiologia, foi nesse período que despertou para a oncologia clínica, decisão influenciada pela leitura do livro “O imperador de todos os males – uma biografia do câncer”, escrito por Siddhartha Mukherjee.
Após concluir a faculdade, realizou residência em medicina interna no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e, em 2019, mudou-se para São Paulo para a residência em oncologia clínica no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP).
Atuou por três anos como oncologista assistente no Hospital Sírio-Libanês e, desde julho de 2025, integra o Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York, como Advanced Oncology Fellow nas áreas de Oncologia Clínica Ginecológica e Desenvolvimento Precoce de Fármacos, com foco em tumores ginecológicos e estudos clínicos de fase I e II.
Ao falar sobre o papel do SBOC Review, Dr. Ricardo destaca o excesso de informação científica disponível atualmente. “Nunca se publicou tanto em oncologia, mas nem tudo o que se publica é bom, e nem todo ‘p’ significativo ajuda os nossos pacientes. Ao mesmo tempo, o nosso tempo é cada vez mais escasso, e é aí que entra o valor do SBOC Review: chamar a atenção para o que é importante e que pode mudar a prática clínica”, afirma.
Ele também ressalta o caráter formativo da iniciativa. “O SBOC Review faz isso de forma objetiva, no nosso idioma e com um olhar crítico. Indo além, é um projeto da SBOC que dá voz aos oncologistas em início de carreira, coloca essas pessoas em evidência e ajuda no amadurecimento profissional”, pontua. “Será uma grande honra continuar o excelente trabalho dos editores que conduziram esse projeto de educação continuada ao longo dos anos”, completa.
O oncologista assume a editoria após a atuação da Dra. Martina Arenhardt, no último ano, à qual a SBOC agradece pela dedicação e pelo trabalho realizado.
O SBOC Review é um dos principais projetos de educação continuada da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, e reúne artigos recentes de periódicos científicos de alto impacto, analisados criticamente por especialistas. O conteúdo é divulgado quinzenalmente e tem acesso exclusivo para associados da SBOC.
A SBOC também convida os associados a contribuírem com o projeto. Os interessados podem manifestar seu interesse por meio deste formulário.
Para ampliar ainda mais a participação associativa em suas ações, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) abriu no final do ano passado um Edital para selecionar membros interessados em participarem dos Comitês da entidade.
Os Comitês são grupos formados por especialistas em diferentes áreas da oncologia que, quando solicitados, auxiliam a Diretoria da SBOC em diversas atividades, como elaboração de diretrizes, guias e outros matérias técnicos; em participações em fóruns de discussão de incorporações tecnológicas; em representações em audiências públicas e eventos; em entrevistas à imprensa, entre outras.
Para 2026, 26 comitês estavam com vagas abertas e mais de 100 associados se candidataram. A seleção levou em conta critérios previamente definidos no Edital, como análise curricular, participações em congressos, publicações científicas e cartas de motivação e recomendação.
Os associados selecionados foram:
Em breve serão divulgadas as composições finais dos Comitês SBOC 2026.
Exibida pelo Balanço Geral Manhã da TV Record, uma reportagem sobre atrasos em tratamentos oncológicos relata paciente com câncer que aguarda há mais de um ano por uma cirurgia em São Paulo, mostrando os desafios enfrentados por quem depende da rede pública de saúde para acesso a procedimentos oncológicos urgentes.
Em entrevista à Record, a Dra. Daniele Assad, oncologista clínica e membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), comenta o cenário e enfatiza que situações como essa reforçam o quanto tempo é um fator decisivo no enfrentamento do câncer:
“Na oncologia, atrasos no diagnóstico e nos tratamentos comprometem significativamente o prognóstico dos pacientes. É fundamental que o sistema de saúde garanta acesso rápido e contínuo às cirurgias, terapias e demais intervenções, porque cada mês de espera pode significar avanço da doença e menor chance de cura.”
A SBOC atua constantemente junto às autoridades de saúde e a profissionais de todo o país para promover políticas para fortalecer a estrutura de atendimento oncológico no Brasil.
A oncologista reforça que iniciativas em prol do diagnóstico precoce, rastreamento organizado e tratamento célere são pilares para melhorar os resultados no combate ao câncer no país — ações que a SBOC tem defendido em diferentes fóruns e campanhas de conscientização.
Os cigarros eletrônicos — populares entre jovens e vistos por muitos como alternativa “menos nociva” ao cigarro comum — estão longe de ser seguros. De acordo com a matéria da VEJA Saúde, os vapes liberam substâncias químicas que podem causar inflamação, lesões respiratórias e impacto no sistema cardiovascular. A presença de nicotina, mesmo sem combustão, ativa áreas de dependência no cérebro, altera neurotransmissores e interfere em funções como atenção e memória, além de elevar pressão arterial e frequência cardíaca.
Em entrevista à VEJA Saúde, a Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Dra. Clarissa Baldotto, reforça que não há evidências de segurança no uso desses dispositivos. Segundo ela, o vape expõe o organismo a compostos potencialmente tóxicos e não deve ser encarado como ferramenta eficaz para parar de fumar. Clarissa defende mais informação pública e políticas de saúde que combatam a falsa percepção de menor risco.
Reportagem da Folha de S.Paulo, produzida pela Agência Einstein, alerta para um dos problemas mais frequentes — e ainda pouco percebidos — no tratamento oncológico: a desnutrição. Segundo especialistas, entre 40% e 80% dos pacientes com câncer apresentam algum grau de perda nutricional, condição que reduz a tolerância à quimioterapia e à radioterapia, aumenta o risco de complicações e impacta diretamente a sobrevida.
A nutricionista Olívia Podestá, do Comitê Multidisciplinar da SBOC, destaca que a desnutrição acelera a perda de massa muscular e pode elevar em até três vezes o risco de morte durante o tratamento. O texto reforça a importância do acompanhamento nutricional precoce e individualizado como parte essencial do cuidado oncológico, contribuindo para a redução de efeitos colaterais e melhora da qualidade de vida.
Por que cada vez mais pessoas abaixo dos 50 anos desenvolvem câncer? Em reportagem especial da Folha de S. Paulo, publicada em 28 de dezembro, a então Presidente e atual Presidente de Honra da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Dra. Angélica Nogueira, destacou que o crescimento do número de casos de câncer em pessoas com menos de 50 anos, está relacionado a uma combinação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais.
Segundo a oncologista, mudanças no estilo de vida nas últimas décadas — como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade, maior consumo de ultraprocessados, álcool e tabaco, além da exposição a poluentes ambientais — têm impacto no aumento da incidência de diversos tipos de câncer em adultos jovens. A predisposição genética também pode exercer papel significativo, mas não atua de forma isolada.
Na reportagem, a Dra. Angélica ressalta a urgência de rever estratégias de prevenção e diagnóstico precoce no país. “É fundamental antecipar o rastreamento de alguns tipos de câncer e transformar essa discussão em política pública, baseada em evidências científicas e no perfil epidemiológico atual da população brasileira”, afirma.
Para a SBOC, a atualização das diretrizes de rastreio, aliada a ações de educação em saúde e redução de fatores de risco, é essencial para ampliar as chances de diagnóstico em estágios iniciais, melhorar os desfechos clínicos e reduzir o impacto da doença em pessoas cada vez mais jovens.
Leia a íntegra no site da Folha de S. Paulo.
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