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O oncologista e diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Dr. Enaldo Lima, participou ao vivo da primeira edição do MGTV, da Globo Minas. O especialista concedeu uma entrevista na manhã da quinta-feira, dia 30. Ele foi convidado para responder a algumas questões e comentar dados relacionados com o Dia Mundial sem Tabaco.
O tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São cerca de 130 mil mortos por ano. A média chega a 350 mortes por dia. “Cerca de 30% dos cânceres são provocados por cigarro”, comentou o Dr. Enaldo Lima. Ele explicou que o cigarro contém cerca de 50 substâncias cancerígenas.
Confira a entrevista na íntegra e saiba mais sobre as consequências do tabagismo na gravidez, os riscos para os fumantes passivos, a dependência química provocada pela nicotina e a importância do tratamento multidisciplinar.
A seção de notícias do portal da SBOC está mais atualizada. Agora o usuário tem contato com as novidades da saúde, da oncologia e pode acompanhar passo a passo informações relacionadas com a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica: entrevistas na mídia, participação em audiências públicas e eventos, dentre outros.
Com a entrada da Presoti Comunicação para fazer a assessoria de imprensa, o portal está mais dinâmico. Os jornalistas estão filtrando o que há de mais relevante e que atenda aos interesses do público e de associados da SBOC.
No lado esquerdo da página principal do portal, as notícias estão dispostas de modo mais acessível. Além disso, há um espaço que dá visibilidade direta à fanpage da entidade.
O estudo foi apresentado na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco), que aconteceu em Chicago, no início de junho
Médicos norte-americanos iniciaram um tratamento experimental em pacientes diagnosticadas com câncer de colo de útero, causado pelo HPV. Os pesquisadores substituíram a quimioterapia pela técnica da imunoterapia. O tratamento consistiu em eliminar os tumores das mulheres afetadas e coletar células imunológicas específicas: os linfócitos T. Esses tecidos estavam em volta dos tumores e desempenham um papel-chave: eles atacam o vírus do papiloma humano (HPV).
O HPV é uma doença sexualmente transmissível contraída pela maioria dos adultos. Embora possa ser inofensivo, o HPV contém algumas cepas agressivas que podem provocar verrugas genitais. Esses tumores podem causar o câncer de colo de útero, de ânus, de cabeça, de pescoço ou de garganta.
Setenta por cento dos casos de câncer de colo de útero, também conhecido como câncer cervical, são causados pelas cepas 16 e 18 do vírus do papiloma humano.
O estudo foi apresentado no dia 2 de junho, durante a conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, em inglês) realizada em Chicago. No entanto, a técnica descrita ainda está longe de ser utilizada em escala. É preciso investigar a eficácia da sua aplicação porque o tratamento funciona somente em alguns casos.
O câncer de colo de útero afeta cerca de 530 mil mulheres por ano em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente a mortalidade atinge mais de 270 mil mulheres, a maioria em países em desenvolvimento.
O link abaixo traz a íntegra da matéria com a explicação dos médicos e o relato das pacientes que se submeteram ao tratamento. Confira também um infográfico com informações sobre o HPV.
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/06/tratamento-inedito-erradica-cancer-de-colo-de-utero-em-duas-pacientes.html
Cerca de 4 mil brasileiros sofrem com doenças que comprometem o funcionamento do fígado
O Departamento de Morfologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (ICB/UFMG) fez uma pesquisa para descobrir as causas da falência hepática. O levantamento aponta para a ingestão exagerada de medicamentos como o principal responsável pela doença.
Os pesquisadores investigaram a forma como o sistema imunológico lida com a morte de células causadas pela ingestão exagerada ou indevida de medicamentos. O objetivo do trabalho foi criar alternativas para o tratamento de pacientes com as doenças do fígado a fim de evitar a falência do órgão.
Após a morte de células causada por ingestão de remédios, parte do DNA se aloja no fígado. O sistema imunológico reage para destruir esse resíduo, mas acaba atacando também células sadias, agravando a lesão. Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores, após usarem diversos procedimentos.
Confira a íntegra da matéria publicada no jornal Correio Braziliense:
Cientistas desenvolvem medicamentos que alimentam as esperanças para a cura do câncer de pele. A descoberta foi anunciada durante a conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco), realizada no início deste mês, em Chicago (EUA). O pembrolizumab e o nivolumab foram desenvolvidos para estimular o sistema imunológico a combater os tumores. Os medicamentos atuam bloqueando os caminhos biológicos utilizados pelas células cancerígenas na tentativa de evitar que sejam detectadas pelo sistema imunológico humano.
As duas substâncias foram testadas em portadores de câncer de pele em estágio avançado em diversas partes do mundo. Os resultados foram considerados "animadores e impressionantes" por cientistas.
Confira na íntegra a matéria no portal da BBC Brasil e conheça os resultados dos dois remédios testados em pacientes. Leia também a opinião de médicos internacionais sobre o assunto.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/06/140603_cancer_pele_testes_remedios_fn.shtml
Este artigo foi assinado pelo Dr. Evanius Garcia Wiermann, oncologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e publicado originalmente no caderno Opinião, do jornal Estado de Minas, no dia 13/06/2014.
A quimioterapia é um procedimento fundamental para o tratamento de determinados tipos de câncer. Os efeitos colaterais relacionados ao processo são diversos e podem provocar desde desconfortos comuns a sofrimentos que, não raramente, levam o paciente ao abandono do tratamento. O grande problema é que os medicamentos que ajudam a reduzir esses efeitos têm valores exorbitantes. Uma nova resolução da Agência Nacional de Saúde publicada, no último dia 12, traz um alento para a população que precisa desses cuidados e não tem condições para arcar com os custos desses medicamentos que reduzem os efeitos colaterais causados pela quimioterapia.
A resolução determina que os planos de saúde serão obrigados a fornecer medicação para tratamento domiciliar dos efeitos colaterais que surgem no decorrer do tratamento de um câncer. A Resolução Normativa 349, que obriga a distribuição de oito grupos de medicamentos, é um complemento do novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, acertada em 2 de janeiro de 2013, onde os planos de saúde começaram a disponibilizar os quimioterápicos orais.
Indiscutivelmente, esta iniciativa é um grande passo para dar maior qualidade de vida aos pacientes com câncer em tratamento. É preciso estar atento a efeitos colaterais que podem exigir tratamentos específicos ou alterações no plano de tratamento do câncer. Os agentes quimioterápicos interferem no funcionamento das células do tumor e dos tecidos sadios. Por isso, durante esse tipo de tratamento, efeitos colaterais podem ocorrer, variando em frequência e intensidade e de pessoa para pessoa.
Os mais freqüentes efeitos colaterais são queda de cabelo, ansiedade, náuseas, vômitos, anemia, fadiga, rash cutâneo, tromboembolismo, dor neuropática e alterações renais e digestivas. É importante ressaltar que grande parte desses efeitos é transitória, variam entre os pacientes e em função do tipo e da combinação de drogas utilizadas. Sendo que a maioria destes efeitos desaparece assim que o tratamento chega ao fim.
É difícil limitar os efeitos do tratamento de tal forma que atinjam apenas as células cancerosas. Assim, dizemos que a quimioterapia possui ação sistêmica no organismo do ser humano, ou seja, ela atinge tanto as células que formam o tumor quanto as células sadias. O resultado disso é o aparecimento de sintomas colaterais que, apesar de serem normais ao tratamento, podem causar desconfortos extremos tanto na forma física quanto emocionalmente.
A nova resolução disponibilizará aos pacientes medicamentos adjuvantes, ou seja, complementares ao tratamento do câncer, que são específicos para conter os avanços e diminuir as ocorrências destes efeitos colaterais. Estas drogas já eram usadas na prática clínica da oncologia. No entanto, grande parte da população, mesmo com plano de saúde, não tinha condições para arcar com esses medicamentos. A lista de drogas do rol da ANS é um projeto inicial, mas contempla aquelas utilizadas para os efeitos mais comuns e os que mais afetam a qualidade de vida das pessoas.
Com esta nova resolução o enfermo passa a ser visto de um ponto de vista holístico, ou seja, globalizado, levando em consideração as partes e suas interrelações.
De acordo com a resolução normativa que regulamenta a lei 12.880/2013, a distribuição dos medicamentos para efeitos colaterais fica a cargo de cada operadora de plano de saúde, segundo o mesmo modelo da medicação oral para o câncer. Desta forma, poderá ser de modo centralizado pela operadora e distribuído diretamente ao paciente; ou o medicamento pode ser comprado em farmácia conveniada; ou, ainda, comprado pelo paciente com posterior ressarcimento (reembolso do consumidor). Esta medida terá impacto direto na saúde e no bem-estar do paciente, possibilitando que ele trate dos efeitos do tratamento em casa, além de reduzir o atendimento hospitalar e o risco da automedicação.
A obra “A Culpa é das Estrelas” estreou recentemente em salas de cinema do país. Baseado no best-seller homônimo de John Green, o filme reascendeu a discussão sobre as ocorrências de câncer de tireoide nos protagonistas e despertou o interesse do público sobre o tema.
A repercussão sobre o filme se refletiu na população e até pautou redações de jornais. O Estado de Minas explorou o tema consultando especialistas em oncologia para entender o que é ficção e o que é realidade sobre a incidência do câncer de tireoide na produção de Hollywood. O objetivo é revelar a realidade por trás das telas do cinema. O Dr.Evanius Wiermann, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), estava entre os entrevistados.
A matéria aborda tratamentos, remédios, avanços da medicina, sintomas e muito mais. Confira e saiba que o mal maior por trás disso tudo é o cenário sombrio sobre o tumor ainda na adolescência.
As unidades da Bahia e de Minas Gerais da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) vão repercutir temas do Congresso Asco 2014 em dois grandes encontros. O congresso mundial foi realizado em maio, em Chicago, nos Estados Unidos. Os eventos são uma oportunidade para que profissionais brasileiros possam discutir os assuntos mais relevantes debatidos no congresso.
No dia 26 de julho, a SBOC Minas organiza o VIII Encontro Pós-Asco 2014 no Hotel Quality, na Região Centro-Sul da capital mineira. A participação é gratuita para associados da SBOC. Por sua vez, a SBOC da Bahia organiza o Best of Asco 2014 nos dias 29 e 30 de agosto, no Pestana Bahia Hotel, em Salvador.
O objetivo é levar aos associados da SBOC e ao público interessado as novidades sobre tratamentos e pesquisas na área oncológica que foram apresentadas no congresso.
Mais informações sobre Best of Asco 2014: http://www.ascoinbahia.com.br/inscricoes/
Mais informações sobre VIII Encontro pós-Asco 2014: http://sboc-mg.org.br/downloads/asco2014.pdf
Quem foi ao amistoso entre Brasil e Sérvia no início do mês, no Morumbi, em São Paulo, pôde conferir nos telões a campanha da SBOC pelo Dia Mundial Livre de Tabaco.
A campanha mostra o centroavante Fred entrando em campo e falando para o público sobre os malefícios do tabaco. O vídeo foi exibido durante vários momentos no estádio e ovacionado pelo público antes, durante e depois do jogo. Vejas as fotos e aproveite para assistir à campanha.
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Prezados Associados da SBOC,
Desde o ano passado está disponível no site da SBOC a versão digital da revista, facilitando o acesso a todos os números já publicados pela sociedade. Neste mês, já disponibilizamos, no site, os números 32, 33 e 34, acesse aqui e confira.
A Revista Brasileira de Oncologia Clínica vem passando por uma fase de reestruturação e caminhando para a indexação no Lilacs. Vale a pena lembrar que a nossa especialidade é a única, dentre as outras grandes especialidades, que não tem uma revista indexada. Assim, contamos com o apoio dos nossos associados no envio de artigos originais, ação vital para atingirmos este grande objetivo.
Daniel Gimenes
Editor Chefe da RBOC
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