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Iniciada na última segunda-feira (23), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi antecipada de abril para março e tem priorizado o atendimento a idosos e profissionais da saúde. Para preservar aqueles que estão à frente do cuidado do paciente oncológico e de toda a população em meio à pandemia de COVID-19, a Sociedade Brasileira de Oncologia (SBOC) orienta que seus associados e suas equipes de saúde se vacinem o mais rápido possível.
Isso porque, apesar de não proteger contra o novo coronavírus, a vacina que previne a gripe influenza pode contribuir para o diagnóstico da COVID-19, cujos sinais clínicos são parecidos. “Dessa forma, se o idoso ou o profissional da saúde apresentarem sintomas e tiverem sido vacinados, a possibilidade de ser influenza é muito reduzida e a probabilidade de infecção por coronavírus pode aumentar”, explica Dr. Igor Morbeck, membro da Diretoria da SBOC. “A antecipação da vacinação é ainda mais urgente devido à mudança de clima no país, já que muitas cidades passarão a ter temperaturas mais baixas nas próximas semanas e suas populações estarão mais suscetíveis a infecções respiratórias.”
Além disso, alerta Dr. Morbeck, a vacinação reduz os riscos de complicações em meio ao tratamento da COVID-19, que pode se agravar e levar a uma pneumonia viral. “Infecções virais subsequentes podem complicar ainda mais o paciente e aumentar os riscos de uma pneumonia bacteriana”, completa.
Perigo ignorado
Em paralelo ao aumento dos casos de COVID-19 no Brasil, a influenza avança silenciosamente. O Ministério da Saúde contabilizou 90 casos de influenza A e seis óbitos até o fim de fevereiro, mas a contagem pode estar defasada. Só no Rio de Janeiro, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, foram 121 casos até a primeira semana de março.
A gripe que a vacinação tenta evitar é causada, principalmente, por quatro tipos do vírus influenza: duas cepas A (H1N1 e H3N2) e duas linhagens B (Yamagata e Victoria). Para 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que houve modificação em três cepas em relação à vacina do ano passado: nas duas A e em uma da linhagem B, escolhidas como alvo da vacina trivalente fornecida pelo Ministério da Saúde. Vacinas contra a COVID-19 estão sendo desenvolvidas em diversos países – o Brasil entre eles, com estudos em andamento no Instituto de Investigação em Imunologia, sediado no Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
A campanha de vacinação pode chegar a cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários até 22 de maio. “Será um período de muita tensão no sistema de saúde brasileiro, porque nada indica que teremos uma situação melhor do que os países onde a pandemia avançou mais rapidamente. Ainda não chegamos ao pico das infecções e toda proteção disponível não só é bem-vinda como urgente. Por isso, a SBOC pede aos profissionais de saúde: vacinem-se. E a toda a população que não está envolvida nas atividades que não foram paralisadas: fique em casa”, alerta Dr. Morbeck.
O Dia D da campanha nacional para a vacinação será 9 de maio, sábado. Na data, os 41 mil postos de saúde do Brasil ficarão abertos para atender todos os grupos prioritários.
Cronograma de vacinação da campanha:
23/03 a 15/04 – Idosos e profissionais da saúde;
16/04 a 08/05 – Pacientes com doenças crônicas (inclusive oncológicos, devidamente orientados por seu oncologista), professores (redes pública e privada) e profissionais das forças de segurança e salvamento;
A partir de 09/05 – Crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas entre 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

625 mil novos casos de câncer por ano no Brasil. Em três anos serão quase 2 milhões de brasileiros (1,87 milhões) que receberão o diagnóstico da doença. Se contarmos com sub-registros, passaremos de 2 milhões de casos. Essa é a estimativa do INCA para o triênio 2019 a 2022 apresentada hoje no Dia Mundial do Câncer. Números cada vez mais alarmantes, que obrigam medidas urgentes: "Precisamos ampliar programas de prevenção, diagnóstico e principalmente as políticas de acesso ao tratamento. Esse é um grande papel da SBOC" ressalta a Dra. Clarissa Mathias, presidente da SBOC. Hoje, 4 de fevereiro, o compromisso da SBOC com a sociedade não poderia ser diferente: participação ativa de nossos membros na luta contra o câncer. Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente da SBOC, apresenta os benefícios de hábitos saudáveis na Campanha Tarja Verde, do Instituto Vencer o Câncer, em São Paulo. Nossa Presidente, Diretor Executivo, e Gerente Jurídico, respectivamente, Dra. Clarissa Mathias, Dr. Renan Clara e Dr. Tiago Matos, acompanham a apresentação da estimativa do câncer, no INCA, para o próximo triênio, no Rio de Janeiro.
Nosso Ex-Presidente, Dr. Sergio Simon, nossos ex-diretores Dra. Andreia Melo e Dr. Gilberto Amorim, nossa Diretora, Dra. Angélica Nogueira e nosso membro titular Dr. André Sasse defendem nas reuniões de análise técnica da ANS a incorporação de medicamentos submetidos pela SBOC.
Enquanto isso, Dr. Max Mano, membro do Comitê de mama da SBOC, fornece uma entrevista sobre diagnóstico precoce, ao vivo, em nossa sede na cidade de São Paulo.
"Nacional, diversa, e principalmente comprometida com nossos associados e com a sociedade. Essa é a SBOC", orgulha-se, Dr. Renan Clara, diretor executivo da entidade.
Nessa data especial, a SBOC está com a campanha #euapoioessaluta para que todos possam usar a capa da SBOC na luta contra o câncer. Clique aqui e participe!
Amanhã é o Dia Mundial de Combate ao Câncer e a SBOC criou uma capa para todos aqueles que acreditam nessa causa. A SBOC compreende que uma doença tão ampla, diversa e multifacetada deve ser encarada de frente. As estatísticas crescem, mas crescem também as possibilidades de cura. O câncer deixou de ser um mistério e o diagnóstico deixou de ser uma sentença. Nesse ano, a SBOC inicia sua campanha um dia antes, para que possamos gerar uma reflexão sobre tudo o que podemos fazer para combater essa doença. Mostre que você também apoia essa luta: para colocar o filtro “Eu apoio essa luta” na foto de perfil, clique aqui, para fazer um stories com o filtro “Eu apoio essa luta”, clique aqui.
Prevenção será um dos focos da SBOC em 2020. “Além de nossa atual cartilha de prevenção, nesse ano, a SBOC irá elaborar infográficos para divulgar medidas práticas que podem ser tomadas por todos os brasileiros para prevenir o câncer, como benefícios da vacinação e de uma alimentação equilibrada.” ressalta Dra Clarissa Mathias, presidente da entidade.
Além das campanhas de prevenção, políticas que visem agilizar o diagnóstico e o tratamento são essenciais para o sucesso terapêutico e qualidade de vida dos pacientes. “Precisamos modernizar de forma urgente as políticas para incorporação em Saúde. Ambos os sistemas, público e privado incorporam tecnologias de forma deficiente e dificultam a solicitação por sociedades médicas ou pelos cidadãos brasileiros. Ao invés do sistema privado se aprimorar, ele tem copiado cada vez mais o molde do sistema público. O resultado é simples: ficaremos no passado e com uma judicialização impagável.” relembra o Dr Renan Clara, Diretor Executivo da SBOC.
A SBOC está focada em ampliar o conhecimento de médicos, profissionais de saúde e da população sobre a complexidade dos processos de incorporação. “O médico sofre muito em não poder tratar seus pacientes com o que há de melhor. Nesse sentido, iremos elaborar uma grade educacional pela Escola Brasileira de Oncologia focada em ampliar o conhecimento sobre os mecanismos da Saúde no Brasil. O médico precisa conhecer as causas dessa dicotomia, entre o que ele estuda e realmente realiza” pontua Dra Clarissa.
Entendemos que o Combate ao Câncer é uma luta que se trava em muitas frentes e com a participação de todos. Use a hashtag #EuApoioEssaLuta e marque um companheiro(a) com o qual você pode contar nessa batalha. Faça parte dessa luta, espalhe essa causa.
Desde sua fundação, em 1981, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) tem o compromisso de transmitir informação de qualidade para a população sobre todas as áreas de atuação oncológica. Nos últimos anos, com o crescimento das subespecialidades, a SBOC sentiu a necessidade de reunir alguns dos principais especialistas de cada área em comitês para ampliar ainda mais a disseminação de conhecimento qualificado e participar ativamente do aprimoramento acadêmico e profissional dos oncologistas clínicos.
Segundo a presidente da SBOC, Dra. Clarissa Mathias, a ideia é democratizar a gestão ao trazer profissionais de excelência em cada subespecialidade para dentro da Sociedade. “Os membros dos comitês, formados por 70 médicos, criarão projetos e ações pensando principalmente na área educacional da Sociedade, através da Escola Brasileira de Oncologia, mas também serão porta-vozes da entidade e participarão da avaliação de documentos importantes, como dos dossiês que visam ampliar o tratamento do câncer no Brasil”.
Os comitês têm o objetivo de melhorar o desenvolvimento educacional dos oncologistas clínicos e pensar em soluções para problemas de saúde pública em benefício da sociedade civil. Esse é mais um canal da SBOC para se aproximar dos seus membros e da população brasileira. “Outro aspecto muito importante é ser capaz de esclarecer dúvidas de qualquer natureza sobre a oncologia, contando com o apoio de profissionais brasileiros de excelência”, finaliza Dra. Clarissa.
- Os comitês são: Defesa Profissional; Tumores Torácicos; Tumores Gastrointestinais; Tumores Mamários; Tumores Geniturinários; Tumores Ginecológicos; Tumores de Pele e Sarcomas; Tumores de Cabeça e Pescoço; Tumores do Sistema Nervoso Central; Oncogenética; Pesquisa Clínica; Cuidados Paliativos e Suporte; Qualidade; Suporte Acadêmico; Relações Internacionais; Políticas Públicas; Oncogenômica.
A Brazilian Journal of Oncology (BJO) é um periódico trimestral sobre oncologia e áreas correlatas, publicado em conjunto pelas Sociedades Brasileiras de Oncologia Clínica (SBOC), de Cirurgia Oncológica (SBCO) e de Radioterapia (SBRT).
Lançada em 2017, como publicação open access, ou seja, sem custo para submissão nem para o acesso dos leitores, a BJO tem como objetivo divulgar o conhecimento no país; valorizar os resultados da pesquisa nacional; incentivar a participação dos profissionais dessas especialidades em estudos; formar massa crítica em torno dos desafios e das possibilidades da oncologia no Brasil e no mundo; promover reflexões e discussões baseadas em evidências científicas sobre o acesso e a qualidade do atendimento aos pacientes, bem como a respeito das políticas públicas de prevenção e tratamento do câncer em nosso país.
As entidades responsáveis e o corpo editorial trabalham no intuito de que a revista seja um novo e importante fórum para o intercâmbio de informações entre profissionais envolvidos na pesquisa do câncer e na assistência ao paciente oncológico. Dessa forma, o aspecto multidisciplinar é preponderante.
E esse importante periódico iniciou o ano com algumas novidades. Uma delas é que a BJO passa a contar com um novo Editor Executivo, Dr. Jorge Sabbaga. O oncologista, membro da SBOC, é graduado pela Unicamp, com mestrado e doutorado pela USP e Pós-Doutorado pela Tufts-New England Medical Center (TNEMC), Estados Unidos. Sempre teve papel importante na formação de oncologistas, mestres e doutores e na geração de pesquisas nacionais. Publicou cerca de 100 artigos completos em periódicos nacionais e internacionais. Atua no ICESP e no Hospital Sírio Libanês. Para Dr. Sabbaga, é crescente o número de produções científicas brasileiras em forma de trabalhos publicados ou apresentados em congressos internacionais, mas há uma carência de boas revistas nacionais. “A ciência brasileira está crescendo em qualidade e em quantidade. E o principal objetivo da BJO é justamente ser um veículo capaz de divulgar os avanços científicos nacionais, com qualidade e credibilidade internacionais”, afirma o especialista.
Resumos dos trabalhos científicos da Semana da Oncologia
A outra novidade é que já estão disponíveis, como suplementos da BJO, os resumos dos trabalhos científicos da II Semana Brasileira da Oncologia, o maior congresso em Oncologia do Hemisfério Sul, que aconteceu em outubro de 2019.
As publicações podem ser acessadas livremente pelo site www.brazilianjournalofoncology.com.br. Para facilitar a localização, estão classificadas como anais da II Semana Brasileira da Oncologia, divididos pelas três sociedades médicas: SBOC, SBCO e SBRT.
No caso da Oncologia Clínica, dos 786 trabalhos submetidos, 151 foram selecionados como pôsteres. “São trabalhos feitos por brasileiros, muitos deles inovadores e com nível para estarem nos mais renomados congressos internacionais”, avalia Dr. Sabbaga.
Um círculo virtuoso
A BJO vem sendo aprimorada como uma revista de padrão internacional, com acesso prático para os leitores e atendendo os requisitos estabelecidos pelos indexadores científicos. Em 2018 passou a contar com uma nova plataforma de submissão, toda em inglês, e teve o processo de avaliação dos artigos simplificado. Investimentos em quesitos técnicos que facilitam a participação dos autores, revisores e do corpo editorial e contribuem para a obtenção da indexação da revista a bases de dados internacionais. “Desde o lançamento da Brazilian Journal of Oncology, há quase três anos, trabalhamos para construir uma revista à altura da oncologia brasileira, de forma que seja também um veículo agregador e impulsionador da nossa pesquisa”, diz Dra. Clarissa Mathias, Presidente da SBOC.
De acordo com Dr. Sabbaga, a BJO representa uma oportunidade única para que os autores brasileiros tenham seus artigos aceitos em uma publicação open access de grande potencial. “A BJO é acessada por praticamente todos os oncologistas do Brasil, então o trabalho é amplamente divulgado nacionalmente”. O Editor Executivo do periódico explica ainda que a ideia é criar uma espécie de círculo virtuoso. “À medida em que a gente aumenta a rigidez e qualidade editorial, aumenta a seriedade da BJO, cada publicação aceita vai ganhando mais credibilidade, assim como a revista, e os artigos vão sendo progressivamente mais citados na literatura internacional. E o resultado final é um periódico fortalecido, reconhecido internacionalmente”.
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